terça-feira, 3 de junho de 2008

Enamorada

Não, não estou apaixonada. É o que eu sempre digo. Não estou apaixonada. Mas o que é estar apaixonada?
Se estar apaixonada é querer estar com uma pessoa que não é nada daquilo que imaginamos. Se é gostar de alguém que a todo o momento diz coisas com que tu não concordas. Se é querer distância de alguém que ao mesmo tempo queremos tão, mas tão próximo de nós... Então sim. Devo estar apaixonada. Estou apaixonada e sei que ele não o merece. Estou apaixonada, e mais uma vez sinto-me descartável.
Quero que te vás embora. Quero estar contigo. Quero fugir daqui. Quero deixar de cair sempre na mesma esparrela, porra!
Quanto mais próximo, mais distante... Mais uma vez aconteceu. E eu quero saber que raio tenho de errado para que isso aconteça.
Porque gosto tanto de homens se a todo o momento sou completamente desprezada, espezinhada por eles?
Enfim.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Just got myself into bed now… Obviously I’m thinking of you… I imagine spending the night with you… how magical it can be… I imagine us entering the hotel room… kissing… and I would say to you “kiss my belly… right here.” And you would do so… kiss my belly on the exact spot I told you to… on the side… on my hip bone. And then I would say “kiss my neck… very softly”. And you would touch my skin oh so softly with your lips, you would breathe on my neck, you would smell my sweet skin and we would just cease that moment while we can prevent ourselves from devouring each other!
I would take your shirt off. I would take mine off too. You would hold me in your arms pressing your skin against mine. We would kiss... I would feel the hardness on your pants and it would get me even more wet…
Kiss my neck, once again. Lower my bra… suck my tits slowly, taste them with your tongue. Hold me as you do so…
I push your head lower… and lower… kiss my bellybutton… play with my piercing. Lick it well.
I push your head even lower, grabbing your hair with my hands. You are now on your knees, looking at me, waiting for my order… ;)
Unbutton my jeans… unzip it… kiss me there, on my panties… feel my sent, do you sense my wetness?
Push my jeans down. I can help with that… grab my but, push me towards you! Bite my pussy over my panties… pull them to one side… (I’m so hot now…) with your thumb massage slowly my clit… feeling my fluids, crazy to just suck them… I take the panties off… I push your head towards me, I put one leg on top of the bed and I say: lick me… slowly!
And you do so… not too hard at the beginning… exploring all my sensations. You use your finger on me, while you lick my clit, and I’m really dripping fluids on you… I tell you I’m almost reaching it, you commit yourself even more, and after a few moments of desperate expectacion, I come on your face, like the explosion of a volcano that’s been inactive for too long… the walls of my vagina just embrace your fingers and your tongue.
I jump into bed and take you with me. I turn my back to you and you, embrace me, grabbing my tits, you come inside me, bit by bit, like you described me once or twice… and I’m so horny that I just push myself into you and fuck you like an animal. You make me come several times doing so… you wear me off…
I get off you, I turn myself to you… and I kiss you… because I’m in love with you and you’re giving me so much pleasure. Pleasure to the skin and pleasure to the soul. Then I would suck your dick. Pretending it is a lollipop, ceasing it, devouring it at some point. Licking it so well, for so long, that you just can’t hold yourself any longer, and you come in my mouth, and I just swallow it and continue sucking it, slowly…
The rest of the night would be spent exploring other things, always with an energy we only have for each other, for being so in love!

Love you… My Finnish prince… ;)

quinta-feira, 27 de março de 2008

Playing with fire...

I'm burning you. You are burning me... Fly over here and make me yours, just for one night. One night we can't forget. You make me so hot...

terça-feira, 18 de março de 2008

Eu não me apaixono.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Formigueiro na barriga...

Tudo tão rápido, tudo tão súbito. Não só desejo lascivo, desejo íntimo! Sensação óptima, mas medo por trás. Receio não sei bem do quê. A racionalização dá-me cabo do juízo!
Sei que é bom ouvir-te... Deve ser tão bom tocar-te... Devo tomar cuidado, ou apreciar todo o carinho que me queres dar? Confortar-me nas tuas palavras doces...
Sinto-me atarantada, tolinha. Embriagaste-me com as tuas palavras, o teu olhar... E agora ressaco. Preciso mais, mais desse doce remédio! Deitada na cama preguiço pensando em ti, nos meus sonhos que rápido se desvaneceram na minha memória, mas que sei que foram contigo graças ao maroto sorriso que me cobre o rosto...
Uma noite que perdemos, uma noite que ganhámos. Salta para a banheira comigo, lava-me, esfrega o meu corpo, toma-o para ti, beija-o! Aprecia a textura do meu corpo contra a tua pele enquanto, imóveis, deixamos a água morna escorrer pelas nossas silhuetas nuas, suadas, cheias desse cheiro tão bom a sexo...
Quero tanto, tanto tocar-te. Conhecer cada centímetro do teu corpo. Com as mãos, com os lábios... Com a língua, com o corpo. Olho as tuas fotografias e só quero tocar nesses teus lábios... Estar deitada ao teu lado tocando-te, cheirando-te. Provar dos teus beijos e dizer... Bom dia...

sexta-feira, 7 de março de 2008

Mas que sorriso...

Hoje estavas triste. Querias gritar. Querias "mimo"... Fiz-te vir, só com a minha boca e deixei o teu suco jorrar para dentro dela. Dei-te tanto prazer que parecias irradiar luz. Hoje não me vim. Mas hoje sinto-me feliz por te ter dado tal experiência. Também me deu prazer a mim, acredita! Principalmente ver esse sorriso na tua cara quando momentos antes estavas tão carrancudo... O poder do orgasmo... Por alguma coisa dizem que o sexo faz bem à pele!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Descartável

Ultimamente não quero pensar em sexo, apesar de sonhos molhados me assombrarem as noites.
Sinto-me mal, apesar de finalmente ter experienciado a verdadeira força de um orgasmo não provocado por mim.
Talvez porque depois da acção me faças sentir descartável.
Eu sei, fui eu que pedi frieza e distância.
Fui eu que deixei bastante claro que não queria sentir que tinha um stalker no momento em que quisesse deixar-me destas brincadeiras.
Mas penso que também deve haver um intermédio.
Ou talvez não haja.
Ou talvez tu sejas mesmo assim.
Por isso me sinto vazia. Sinto-me só, mas também não quero ter quem me abrace e dê carinhos.
Talvez por saber que não os mereço nunca me senti tão perdida não sei o que quero lanço-me destemida numa direcção pensando que estou segura e depois percebo que bati com a cabeça e fui tão parva por não usar capacete.
Sou dispensável, tanto no sexo como na amizade e nunca me senti tão pequenina e insignificante. Neste momento nem um orgasmo me fez sentir feliz.
Só por aqueles breves segundos em que pensei…
“Finalmente… Não acredito…”

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Um minuto de silêncio

Ia postar, achava que tinha coisas interessantes para partilhar... Mas entretanto soube da notícia da morte do actor Heath Ledger... Eu gostava dele. Ainda não se sabe de que morreu... mas deixa-me a pensar... Enfim. É pena que vidas tão jovens e prometedoras terminem assim tão de repente.

Asneira!

Queria ter nojo de mim mesma por ter feito o que fiz, como tantas vezes senti, mas desta vez não sinto... Quero voltar a fazê-lo, quero mais, quero muito mais de ti. Não me saciaste e eu sei que o podes fazer. Quero-te de novo, não quero saber do que eu sinto a seguir, não quero saber se me arrependo, não quero saber se é errado ou não, só sei que te quero todo. Quero devorar-te todo, saborear-te por todo o tempo que não o pude fazer.
Como posso eu voltar a estar contigo e fazer de conta que não sinto isto? Antes era fácil para mim, mas agora simplesmente não me consigo controlar, tenho de ter aquilo que quero, sejam quais forem as consequências.

Queria sentir nojo e não sinto.

Sinto que tu me podes dar o que eu quero, o que é que tu sentes? Gostas de estar comigo? Sentir o meu corpo gelado, as minhas entranhas quentes? Os meus beijos, a minha língua, a minha boca que te come lentamente, e por vezes vorazmente? Queres outra vez? Diz-me que sim... vem cá ter. Vem ter comigo agora. Liga-me. Diz-me o que sentes.
Quero foder-te ao ritmo desta música, sentir a sua cadência, ver até onde conseguimos ir... Vamos longe, muito longe...
Quero-te guardar no meu armário, quero viver as minhas horas enroscada a ti. Quero-te perto.

NÃO.
Não quero que tudo volte ao mesmo. Quero o teu corpo, só o teu corpo, diz-me que queres o meu... Diz que me queres, que pensas em mim como eu penso em ti. Todas as noites adormeço pensando no que te quero fazer, no que quero que me faças. Penso no beijo que me deste, que me apanhou completamente desprevenida, mas que me preencheu as entranhas. Quantas vezes te quis beijar e não pude... E agora beijaste-me e eu esqueci tudo à volta... Deixei-me só envolver pelos teu lábios carnudos, pela tua língua...

Deixa-a... Deixa-a para eu te poder ter sem ressentimentos, sem segredos...

Porquê esta química, meu Deus? Porquê esta atracção? Pensei que já n existia... Pelos vistos isso foi porque não te olhei nos olhos... E fiz eu tão bem em não te olhar nos olhos, viver na ignorância, acreditar que o que sentia por ti, que este impulso tinha morrido!
Abraça-me, beija-me, pega em mim e atira-me para a cama. Faz de mim o que quiseres. Não tenho tabus, esqueci tudo, esqueço tudo quando estou contigo... Porque tenho eu de esconder toda esta paixão? Tanta frustação leva-me a cometer loucuras.

Faz de mim uma música. Quero sentir o clímax. Esta linha tão grave que são as nossas pulsações, a linha de cima, a nossa respiração... Por trás os meus gemidos. Aqueles que eu tento evitar, mas conseguem de alguma forma escapar. Tapas-me a boca, com uma delicadeza que é contrária aos movimentos do resto do teu corpo. Os teus dedos entram na minha boca... É tao bom chupá-los. Lamber-te.. a tua pele...

Mais uma noite! Uma noite completa! Quero ter tempo para aproveitar. Quando estava contigo pensava para mim que tinha de aproveitar, pois não íamos repetir aquilo. Pois... como seria possível? Se foi tão bom e eu sei que pode vir a ser melhor. Se sinto que também gostaste e que queres repetir? Não quero ficar viciada... Tenho de me distrair... Não me sais da cabeça...

És tão bom.
Quero-te. De novo.
Ainda mais. E mais uma vez.
E outra. Dança comigo...
Deitados.
Em pé.
Sentados.
Abraçados.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

My sweet little finger…

Pergunto-me porque é que os homens se preocupam sempre tanto com o tamanho do seu pénis. Como se isso tivesse algo que ver com o prazer que conseguem dar a uma mulher… Não tem nada que ver com comprimento e grossura, e percebi isso quando descobri o meu dedo… Ele mede 7 cm de comprimento e quê? 2 cm de largura? E por vezes ele consegue ser o meu melhor amigo, porque sabe exactamente o que fazer no momento certo, na altura certa… E se um homem tem um grande pénis e não sabe ter um pouquinho dessa sensibilidade… Não me traz grande vantagem.
Houve um que me disse: “Ele não te consegue fazer vir, mas eu vou dar-te o orgasmo da tua vida…”. E quando, muito tempo depois, me encontrei com ele na sua cama, não fez jus às suas promessas. “Deves ter um bloqueio”, dizia ele. Pois claro… O problema tem de ser meu, que consigo atingir o orgasmo, sem penetração sequer, sozinha, e por vezes em poucos segundos… Mas um homem, com um pénis, duas mãos e uma língua, népia. Wake up and smell the coffee, honey! Provavelmente as outras gajas atingiam tão rápido o orgasmo porque estavam a fingir… Só se prejudicaram a si mesmas. Assim é que eles não se esforçam mesmo…
Dou graças a Deus, apesar de não ser católica, por me ter permitido explorar o meu corpo. Não digo que desde nova… A verdade é que só depois dos meus 20 é que comecei a ter jogos particulares comigo mesma… Não digo que lamento o tempo perdido. Até gosto de pensar que tive uma adolescência inocente. Não me fez mal nenhum. Aliás, se calhar permitiu-me a, hoje, ser a tarada que sou. Tenho 26 anos, sou solteira pela primeira vez em alguns anos, e não me consigo conter… Estes últimos meses têm sido de facto uma loucura. Uma procura, de algum modo irresponsável, por não sei bem o quê. Não quero amar, não tão cedo. Por outro lado também não quero ter relações completamente vazias com pessoas que nada me dizem… Penso que na verdade só procuro quem me faça vir…

Abertura

Ganhando coragem para estrear este blog, escrevinho palavras com o propósito de me abrir. Abrir-me e fugir a este mundo real que me limita as fronteiras. Este mundo que me castiga quando extravaso e ultrapasso essa linha. Não quero ter limites para a minha mente, para a minha própria loucura neste espaço. Quero ser eu. Quero ser tua. Não te quero amar. Quero-te possuir. E quero que me faças vir…